quinta-feira, 31 de março de 2011

O Tempo de Deus.


 ECLESIASTES CAP. 3

1 Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
2 Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
3 tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derribar, e tempo de edificar;
4 tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
5 tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de abster-se de abraçar;
6 tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de deitar fora;
7 tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
8 tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.

O que é tempo para Deus, um segundo, uma hora, um ano. O que pode ser uma eternidade para os nossos desejos em Cristo e até nossos desejos de pessoas humanas como somos, para Deus não é nada mais que um milésimo de segundos, Deus nunca tem pressa, a obra d'Ele é perfeita e agradável a todos nós, mas as vezes nós nos precipitamos e queremos nossos sonhos realizados no instante em que eles aparecem diante de nossos olhos. Mas o tempo é um medidor tão constante, que nós não devemos tentar mudar o seu cursor, Deus tem tudo preparado, desde antes de nascermos Ele nos escolheu para o servir, nós somos tão abençoados, que Ele poderia querer um anjo para O servir, mas Ele nos escolheu, então não questionemos o tempo de Deus, vivamos cada dia na presença do Senhor, como se sair de Sua presença fosse algo impensável. Viva na presença do Senhor, e viva o Seu tempo, pois o Seu amor por nós é eterno, tremendo, sublime e maravilhoso. Deus os abençõe.
Por: Wanderson dos Santos Oliveira

sexta-feira, 25 de março de 2011

O ARGUEIRO E A TRAVE


 “Em nossa hipocrisia temos julgado a falta do outro, quando Deus estava vendo alguma coisa muito pior em nosso próprio coração.”

O senhor nos diz que é impossível procurar tirar o minúsculo argueiro (uma partícula de serragem) dos olhos do outro, quando existe uma trave, um grande pedaço de madeira em nosso próprio olho. “Tira primeiro a trave do teu olho”. Esta é a primeira coisa que precisamos fazer.

Quando Deus nos estiver levando ajudar outra pessoa, não permitamos que o medo nos impeça de fazê-lo. Quando, por nossa parte, formos procurados, não nos defendamos nem nos expliquemos, e depois levemos o assunto a Deus. Se o outro tinha razão, sejamos bastante humildes para admitir e juntos louvarmos a Deus. Não há dúvida de que precisamos imensamente uns dos outros. Há pontos cegos na vida de todos nós, que nunca veremos a não ser que estejamos prontos a permitir que outra pessoa seja o instrumento de Deus ao nosso favor.
Deus os abençõe. Wanderson dos Santos Oliveira


domingo, 20 de março de 2011

A ESTRADA DA SANTIDADE Isaias 35




 “Uma das coisas que precisamos aprender, se quisermos viver a vida cristã vitoriosa, é a sua extrema simplicidade. Como a temos tornado complicada!”

Uma figura ampla da vida vitoriosa, que muitos de nós experimentamos, é a da Estrada em Isaías 35: “E ali haverá uma estrada, um caminho que se chamará o caminho santo”. O quadro é uma estrada construída acima do mundo. Ainda que a Estrada seja um caminho estreito e uma subida, ela não está fora de nosso alcance, porque “os caminhantes, até mesmo os loucos, nele andarão”. Ainda que haja muitos perigos, caso nos desviemos deste Caminho, há segurança enquanto nos conservamos nele porque: “ali não haverá leão, nem animal feroz que subirá por ele, nem se achará nele”. Só uma espécie de pessoa é impedida de andar ali – “o imundo não passará por ele”. Isso inclui não só o pecador que não conhece a Cristo como Salvador, mas também o crente que o conhece, mas está vivendo um pecado inconfesso e sem ser purificado.

No alto do monte, protegendo o acesso para a Estrada, ergue-se sombria e horrível... A cruz. Ali está ela, a divisória do tempo e a divisória dos homens. Ao pé da cruz há uma porta baixa, tão baixa que para transpô-la precisamos abaixar-nos para entrar de rastos. É o único ingresso para a Estrada. Temos que passar por ela, se desejarmos prosseguir em nosso caminho. Ela é chamada a porta dos quebrantados. Só os quebrantados podem passar por ela. Ser quebrantado é viver “não mais eu, mas Cristo”.

Sobre a porta dos quebrantados está aspergindo o precioso sangue do Senhor Jesus. Ao nos curvarmos para atravessá-la, o sangue nos purifica de todo o pecado, porque não somente temos de curvar-nos para passar por ela, mas somente os limpos podem andar na Estrada.

Assim chegamos à Estrada. Ela se entende diante de nós, um caminho estreito, banhado de luz, que sobe e que conduz à Jerusalém celestial. Na verdade as trevas chegam até bem junto da Estrada, mas na Estrada mesmo, há luz intensa. Atrás de nós está a cruz, não mais escura e ameaçadora, mas radiante e esplendorosa, e não mais vemos Jesus preso a ela, mas andando na Estrada transbordante da vida da ressurreição. Em suas mãos ele carrega um cântaro com a água da vida. Ele se aproxima de nós e pede que lhe apresentemos o nosso coração – e, exatamente como se estivéssemos estendendo um cálice, apresentamos o coração vazio. Ele olha para dentro, e se nós já permitimos que seu sangue nos purificasse, ele o enche com a água da vida. Assim prosseguimos em nosso caminho, regozijando-nos e louvando a Deus, e transbordando com sua nova vida. Isso é avivamento: você e eu cheios do Espírito Santo em todo o tempo, amando uns aos outros e interessados na salvação dos outros.

Mas é possível escorregar para fora da Estrada, e, às vezes, isso acontece conosco porque ela é estreita. Um pequeno passo em falso e estamos fora do caminho e nas trevas. Isso acontece por causa de uma desobediência, ou por não nos sentirmos fracos a ponto de  deixarmos que Deus guie a nossa vida.  Satanás está sempre à beira do caminho, acenando, mas ele não pode tocar em nós. Se não voltarmos logo para a Estrada, iremos escorregar cada vez mais para o lado.

Oremos para que todos consigam atravessar o caminho sem nenhum empecilho. Deus os Abençõe.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Vídeos Reflexivos.

Aerolis - Passos Lentos

Pai e Filho na Ponte


Deus os Abençõe.

Mateus 24.

Estamos enfrentando uma época de conflitos mundiais constantes, nunca se ouviu falar tanto em guerras como nos tempos atuais. Sem contar que somado a esses fatores, vemos que a cada dia são mais eminentes as destruições total de regiões, por ação da natureza (hoje conhecido por catátrofes). Mas nada disso, é para nos deixar insanos em nossas mentes, altamente amargurados, ou sofrendo por depressão. Isso tudo nada mais, nada menos é que a manifestação de que logo Jesus voltará.
É interessante vermos também que nunca se ouviu falar tanto de Igrejas, mas se olharmos bem a doutrina, ou a crença, ou qualquer fundamento desses "templos" veremos controvérsias à palavra de Deus. Mas tudo isso já foi premeditado, Jesus está voltando, mas a única coisa que Deus quer de nós mesmos, é a proclamação do seu evangelho. Pregar a palavra que foi escrita a mais de dois mil anos atrás, a verdadeira e fiel palavra de Deus. Muitas pessoas que estão morrendo em guerras e catástrofes estão morrendo sem conhecer ao Jesus verdadeiro, mas para que esse fator seja mudado devemos ao menos pregar. Pois muitos precisam saber da maravilhosa graça de Deus sobre as nossas vidas. e Reconhecer que foram criados por Ele, para Ele e para a glória Dele. Amém e que Deus os abençõe.


quarta-feira, 16 de março de 2011

O Lenhador e a Raposa.


Existiu um Lenhador que acordava às 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.

Os vizinhos do Lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem; e portando, não era confiável.
Quando ela sentisse fome comeria a criança.

O Lenhador sempre retrucando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.

Os vizinhos insistiam:
- "Lenhador abra os olhos! A Raposa vai comer seu filho."
- "Quando sentir fome comerá seu filho!”

Um dia o Lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários - ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangüentada ... O Lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranqüilamente e ao lado do berço uma cobra morta...
O Lenhador se arrependeu e enterrou o Machado e a Raposa juntos.

Se você confia em alguém e já orou e perguntou a Deus sobre isto e Ele confirmou, não importa o que os outros pensem a respeito e siga sempre o que diz seu coração, pois é lá que o Senhor vai falar e lhe mostrar. Não se deixe influenciar... 




terça-feira, 15 de março de 2011

Avivamento


O avivamento como tal consiste em estarmos completamente cheios do Espírito Santo a ponto de transbordar.

Só há uma coisa que impede Jesus de encher o nosso cálice ao passar por nós: é o pecado em suas multiformes manifestações. O senhor não enche vasos sujos.

A palavra de Deus nos dá uma orientação muito simples, mas completa, para regular nosso andar com Jesus e nos fazer saber quando o pecado entrou. Tudo aquilo que perturba a paz de Deus em nossos corações é pecado, independente de ser pequeno, e mesmo que a princípio não possa parecer pecado.
I João 1, 5 nos diz: “Deus é luz, nele não há trevas nenhuma”.

É evidente, portanto, que se torna absolutamente impossível para nós andar em qualquer grau de trevas e ter comunhão com Deus. Enquanto estivermos nessa condição de trevas, também não podemos ter verdadeira comunhão com o nosso irmão.

A única base para a verdadeira comunhão com Deus e com o homem é sermos completamente abertos para ambos. “Mas se andarmos na luz como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros”.

Quando andamos na luz assim, descobrimos o pecado em nossas vida, e vemos como Jesus nos ajuda a acabar com o Pecado. Por essa razão podemos esquivar-nos de andar nas trevas e andar totalmente pelos caminhos da luz. “e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo o pecado”. Pelo poder do precioso sangue  podemos tornar-nos mais alvo que a neve. Assim podemos permanecer continuamente na luz e, uma vez purificados pelo sangue, temos comunhão com Deus.

Nada há que demonstre, de forma tão eloquente, a soberania e o poder de Deus como o avivamento. O avivamento é essa erupção de Deus na história, a manifestação de seu poder irresistível, sua graça soberana e seu favor ilimitado, arrancando a igreja dos escombros de uma religiosidade fria e morta, e transformando a face da sociedade caotizada pelo pecado em cenário de justiça.

Mesmo podendo ter um teor místico acentuado, avivamento é bem mais do que isso. É o motor de coisas novas, de realizações extraordinárias e de certa duração, na área de devoção, de educação religiosa, de evangelização e missões, e de socorro ao sofrimento humano. Forçosamente, o avivamento gera preocupação com os não-alcançados pela pregação do evangelho, os não-salvos pela graça de Deus e os moralmente marginalizados. Podemos ver de forma extasiante que Deus concede por sua Graça o avivamento a sua Igreja, para manifestação de seu grandioso poder. Nada nesse mundo acontece sem que a mão poderosa de Deus tenha aprovado. Deus abençõe.